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QUERENDO SUPERAR O MEDO DE FALAR EM PÚBLICO OU APRENDER COMO ESTUDAR MELHOR?

A AEROTD busca proporcionar a melhoria contínua das competências de seus alunos, bem como promover suporte por meio de diversas esferas de apoio. Uma delas é o Setor de Apoio Psicopedagógico (SAPP) da instituição, coordenado pela Professora Doutora Greicy K. S. Lenzi que é psicóloga.

E o que faz o SAPP?

A ideia principal é dar suporte ao(à) estudante nas questões que se referem à aprendizagem. Assim, foi realizado um diagnóstico junto aos alunos presenciais para identificar as maiores dificuldades que eles apresentavam e quais seriam os aspectos que gostariam de melhorar em suas competências. O resultado encontrado fez com que surgisse a ideia de criar duas oficinas. As oficinais ocorrem 1 vez por semana, com 50 minutos cada, de maneira online. Essas oficinas são intituladas como: a) APRENDENDO A APRENDER; e, b) SUPERANDO O MEDO DE FALAR EM PÚBLICO. Para a seleção dos alunos é publicado edital em que os alunos devem se inscrever e participar de uma entrevista.

 

CONFIRA O EDITAL AQUI:

EDITAL SAPP
SAPP setor de apoio psicopedagógico

Especificamente do que tratam essas oficinas?

A oficina Aprendendo a Aprender tem como intuito promover ao aluno o conhecimento sobre seu perfil de aprendizagem para que a partir disso escolha as melhores técnicas que lhe auxiliem para aprimorar os estudos. Esse perfil é traçado a partir do método VAC (VISUAL, AUDITIVO E CINESTÉSICO) de Fernald, Keller e Orton-Gilingham. “Na literatura, os estilos de aprendizagem são apresentados de diferentes formas e classificações. Dentre estas formas destaca-se o método VAC […] que é baseado nos sentidos e responde com eficiência as expectativas e exigências da escola (SALDANHA et al., 2016, p.1)”. Assim, na oficina são apresentados métodos e técnicas de estudo e memorização para que o aluno escolha o que mais se adequa a ele.

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Fonte da Imagem: FreePik

A oficina Superando o Medo de Falar em Público, tem como foco trabalhar o receio que o(a) aluno(a) possui em falar para um público. “O medo de falar em público – glossofobia – é considerado um fator de grande ansiedade e stress, afetando uma elevada percentagem de pessoas. Sendo considerado um stressor psicossocial, podendo levar ao isolamento e, desta forma, impedir o indivíduo de se comunicar” (MIRANDA; D´ANGIOLILLO; LAVA ESTEVES; MAGALHÃES, 2020, p. 1). Para trabalhar esse medo, a oficina aborda alguns aspectos psicológicos e também para melhorar a apresentação visando que ele(a) se sinta mais seguro. Os aspectos trabalhados envolvem o autoconhecimento e a sua importância, medos, ansiedade, ritmo, dicção, vocabulário e vícios de linguagem.

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Fonte da Imagem: FreePik

Veja o depoimento dos alunos que participaram no 2º. Semestre de 2020.

VEJA AQUI OS DEPOIMENTOS NA ÍNTEGRA

REFERÊNCIAS

GARDNER, Howard. Estruturas da mente: A Teoria das Inteligências Múltiplas. Porto Alegre: Artes Médicas, 1994.

MIRANDA, H.; D´ANGIOLILLO, G.; LAVA ESTEVES, M; MAGALHÃES, J. Medo de falar em público: um piloto da Glossofobia em contexto de alunos universitários. Revista INFAD de Psicologia, v. 1, n. 1, p. 263-272, 2020.

SALDANHA, C. et al. Estilos de aprendizagem, 2016. Disponível em http://www.gestaoescolar.diaadia.pr.gov.br/arquivos/File/sem_pedagogica/julho_201 6/dee_anexo1.pdf. Acesso em 18 jan. 2018.

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GREICY LENZI

  • Doutorado e Mestrado em Engenharia e Gestão do Conhecimento na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e está cursando pós-graduação em Neuropsicopedagogia.
  • Graduada em Psicologia
  • Recebeu prêmio mérito discente no PPEGC/UFSC e foi International Fellowship – World Wilde na The Open University – UK.

Atualmente é Professora Universitária e Psicóloga Educacional.

Ministra aulas tanto na graduação como é colaboradora em diversas faculdades e universidades em programas de pós-graduação Latu Sensu. Tem experiência de 14 anos em Gestão de EAD e atua em CPAs e NDEs a mais de 5 anos.

É avaliadora de diversas revistas e journals nacionais e internacionais, bem como é membro de comissão científica de eventos nacionais e internacionais.

É avaliadora do Prêmio Ser Humano da ABRH – Santa Catarina.

É detentora de mais de 30 artigos publicados em congressos nacionais e internacionais, periódicos, capítulos de livros e livros acadêmicos.

Já desenvolveu mais de 100 produções técnicas que envolvem desde a produção de material didático para EAD até cursos e palestras ministradas.

O foco de atuação envolve Psicologia Educacional e Organizacional, Gestão de Pessoas, Gestão do Conhecimento e, principalmente, Gestão de Educação (presencial e a distância)

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